Criminoso de 22 anos com passagens é procurado pela policia por abusar de menina de 13 anos

Caso foi descoberto pela mãe da adolescente, que encontrou mensagens no celular da filha e chegou a se passar por ela para conversar com o suspeito

Um homem de 22 anos é suspeito de abusar sexualmente de uma adolescente de 13 anos durante encontros na casa dele, em Cuiabá. O caso veio à tona na noite deste domingo (11), depois que a mãe da vítima encontrou mensagens trocadas entre os dois, se passou pela filha para conversar com o suspeito e acionou a Polícia Militar. O homem fugiu pelos fundos da residência antes da chegada da equipe.

Conforme o boletim de ocorrência, a adolescente contou à mãe que o vizinho começou a procurá-la há cerca de dois meses, enviando mensagens com intenção de manter um relacionamento amoroso.

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Com o passar do tempo, segundo o relato da vítima, o homem passou a convencê-la a ir até a casa dele nos períodos em que os pais dela estavam ausentes.

A menina afirmou aos policiais que trocava conversas e fotografias com o suspeito e que, durante os encontros, ele a beijava na boca e tocava suas partes íntimas. Ela disse que as imagens enviadas não eram de conteúdo íntimo.

A adolescente negou inicialmente que tenha ocorrido relação sexual. A mãe, porém, afirmou à polícia suspeitar que possa ter acontecido e que a filha esteja com medo de contar.

Segundo a ocorrência, a mãe descobriu a situação após encontrar as mensagens no celular da adolescente. Ela então passou a conversar com o homem fingindo ser a filha e, posteriormente, questionou a menina, que contou sobre os encontros.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 22h30 e seguiu até a casa do suspeito. Quando os militares chegaram, porém, o homem já havia fugido pelos fundos do imóvel.

A equipe realizou buscas nas proximidades, mas não conseguiu localizá-lo.

A adolescente e a mãe foram encaminhadas ao Plantão Especializado de Violência Doméstica e Sexual Contra a Mulher. A ocorrência foi registrada como estupro de vulnerável e o caso será investigado pela Polícia Civil.

Redação | Estadão Mato Grosso