Delegada diz que mulher estava viva quando teve o corpo queimado em VG

A delegada Jéssica Assis, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que Josivany Borges de Amorim Rodrigues ainda estava viva quando teve o corpo carbonizado na última semana, em um terreno baldio na cidade de Várzea Grande.

O crime foi cometido na última segunda-feira (1º), na região central da cidade. O autor, Gabryel Junio de Almeida Dirceu, foi capturado na tarde desta segunda-feira (8), em uma residência no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

– FIQUE ATUALIZADO: Siga nossas redes sociais e receba informações em tempo real (WhatsAppTelegram e Instagram)

De acordo com a delegada, durante o interrogatório, o criminoso afirmou que ele e a vítima haviam combinado um programa sexual.

“Um pouco antes do ato houve uma discordância sobre o valor. A vítima se arrependeu após consumir substâncias entorpecentes com ele em uma residência abandonada na região e, depois, disse que não queria mais. Esse é o momento em que as câmeras registram a discussão”, declarou.

“Na versão dele, ele diz que a vítima o atacou com uma faca que estava dentro da bolsa dela. Ele admitiu que a empurrou para o mato após ela discordar do ato sexual, pois, segundo ele, a vítima já tinha consumido a droga, que era o pagamento, então teria que cumprir o combinado”, emendou.

Ainda conforme a delegada, durante o interrogatório, Gabryel afirmou que Josivany ainda estava viva quando ele ateou fogo em seu corpo.

“Ele disse que, quando ateou fogo no corpo da vítima, ela ainda estava viva. Ele disse que ela ainda se mexia”, explicou.

Diante dos fatos, o criminoso foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio. O caso segue sendo apurado.



Estadão MT