Duas garotas de programa são presas após roubar e atirar em sargento da Policia Militar de MT. FOTOS E VIDEO

Além de ser atingido por um disparo, o policial teve a arma e uma caminhonete Chevrolet S10 levadas durante a ação. Alice e Gabrielle foram presas durante buscas.

Fontes: JBNews. MidiaJur

Duas mulheres identificadas como Alice e Gabrielle, conhecida como “Bibi”, foram presas durante as buscas pelos envolvidos no ataque contra um sargento da Polícia Militar, de 48 anos, baleado e roubado na madrugada de quarta-feira (30), em Cuiabá. A pistola Glock G17, calibre 9 milímetros, pertencente à carga da PM e retirada do militar durante a ação, foi encontrada na cintura de Gabrielle.

O caso foi registrado como tentativa de latrocínio. Além de ser atingido por um disparo no braço direito, o policial teve a arma e uma caminhonete Chevrolet S10 levadas durante a ação.

Segundo o relato do policial, ele estava anteriormente no Posto Free, acompanhado de um amigo, três mulheres e um homem que não conhecia. Em determinado momento, o amigo deixou o local acompanhado de uma das mulheres. O policial permaneceu com as outras duas mulheres e o homem.

Conforme o registro policial, o ataque ocorreu na região do Grande Terceiro, em frente ao condomínio Parque Residencial Beira Rio. Segundo o relato do policial, ele estava anteriormente no Posto Free, acompanhado de um amigo, três mulheres e um homem que não conhecia. Em determinado momento, o amigo deixou o local acompanhado de uma das mulheres. O policial permaneceu com as outras duas mulheres e o homem.. Durante a confusão, o grupo conseguiu tomar a pistola do sargento e houve disparos.

Ferido no braço direito e apresentando intenso sangramento, o policial recebeu os primeiros socorros de uma equipe da própria Polícia Militar. Os militares fizeram um torniquete para controlar a hemorragia antes de encaminhá-lo ao Hospital Municipal de Cuiabá.

O sargento estava consciente durante o atendimento e, segundo as informações registradas na ocorrência, não apresentava risco iminente de morte naquele momento.

A caminhonete Chevrolet S10 levada durante a ação também foi recuperada. Imagens de câmeras de segurança registraram duas mulheres abandonando o veículo antes de deixarem o local a pé.

As diligências continuaram até a Rua 21, no bairro Dom Bosco, onde policiais da Força Tática localizaram Alice. Conforme a ocorrência, ela tentou fugir a pé ao perceber a aproximação da equipe, mas acabou alcançada.

Segundo os policiais, Alice declarou ter participado do ataque e afirmou ter sido responsável pelo disparo que atingiu o braço do sargento.

A mulher também apresentou aos militares sua versão para o início da confusão. Ela alegou que teria ocorrido um desentendimento relacionado ao pagamento de um suposto programa sexual e que, durante uma luta corporal, o grupo conseguiu retirar a pistola que estava com o policial.

Ainda conforme a versão apresentada por Alice, dois disparos foram efetuados com a arma, sendo que um deles atingiu o braço do militar.

Questionada sobre o paradeiro da Glock, Alice informou aos policiais que a pistola estaria com uma amiga conhecida como “Bibi”, posteriormente identificada como Gabrielle.

A informação levou a Força Tática até uma região de chácaras nas proximidades do Contorno Leste. Gabrielle foi localizada no endereço indicado e, segundo o registro policial, também tentou fugir a pé quando percebeu a chegada da equipe.

Os militares conseguiram alcançá-la. Conforme a ocorrência, Gabrielle apresentou resistência durante a abordagem e precisou ser contida.

Durante a revista, os policiais encontraram na cintura de Gabrielle a pistola Glock G17, calibre 9 milímetros, pertencente à carga da Polícia Militar e identificada como a arma retirada do sargento durante o ataque.

Com ela também foram apreendidas 14 munições intactas calibre 9 milímetros.

Alice e Gabrielle foram conduzidas ao CISC Verdão juntamente com a pistola recuperada e as munições. O material ficou à disposição da autoridade policial.

A Polícia Civil deverá aprofundar a investigação para estabelecer a participação de cada uma das mulheres, esclarecer toda a dinâmica do ataque e identificar e localizar o homem apontado como terceiro envolvido.

As declarações apresentadas pelas suspeitas durante a abordagem também deverão ser confrontadas com o depoimento do militar, imagens de câmeras de segurança e demais elementos reunidos na investigação. O caso permanece registrado como tentativa de latrocínio.

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