Mauro e Jayme também são ‘silenciados’ em inauguração de ferrovia por ligação com a direita
A entrega da primeira etapa da ferrovia estadual, neste sábado, 20 de junho, em Dom Aquino, foi marcada por um silenciamento calculado no cerimonial. O senador Jayme Campos e o ex-governador Mauro Mendes (ambos do União Brasil) não tiveram espaço para falar durante o ato oficial. A exclusão foi atribuída ao perfil político de ambos, ligados ao campo da direita, já que o governo federal, de esquerda, ficou responsável pelo cerimonial.
No caso de Mauro, a cena chamou ainda mais atenção. Apontado como o “pai” da ferrovia estadual, por ter conduzido o processo que permitiu a concessão por autorização, ele foi colocado na segunda fileira de cadeiras e ficou ‘apagado’ no evento.
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Jayme também ficou fora do microfone, apesar de ter sido elogiado pelo próprio Mauro, no mesmo evento, pela atuação em Brasília para destravar a ferrovia quando o projeto enfrentou resistência do governo federal.
A obra era estadual. O palanque, porém, teve curadoria política.

