Defesa nega elo com grupo de extermínio e reage durante júri
A defesa do coronel reformado do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas reagiu à tentativa do Ministério Público de mencionar, durante o júri do assassinato do advogado Roberto Zampieri, o suposto grupo de extermínio conhecido como “Comando C4”.
A manifestação foi feita nesta terça-feira 28, de julho, pela advogada Sara Quinetti, que pediu ao juiz que impedisse perguntas sobre a organização, investigada pela Polícia Federal.
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Segundo a defensora, um advogado da equipe chegou a ser impedido de atuar no julgamento justamente porque trataria da investigação envolvendo o grupo, já que o tema não faz parte da ação penal que está sendo julgada.
“Da mesma forma que foi indeferido o advogado que estava aqui representando essa suposta operação, o promotor também não tem o direito de falar desse processo”, afirmou.
Roberto Zampieri foi executado a tiros em dezembro de 2023, em Cuiabá. No júri, Caçadini responde ao lado de outros dois acusados por participação no homicídio e é apontado pelo Ministério Público como financiador da execução.

