Em Cuiabá, ex-ministro Aldo Rebelo nega que seja o novo “Padre Kelmon” da família Bolsonaro
Durante visita a Cuiabá, nesta terça-feira, 14 de abril, o jornalista Aldo Rebelo negou que sua candidatura à Presidência da República seja “laranja”. Ele, que já foi ministro nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, disputará pelo partido Democracia Cristã e teria como principal missão “ajudar” o também pré-candidato Flávio Bolsonaro.
À imprensa, Aldo rejeitou a ideia de que seria um novo Padre Kelmon, que disputou a Presidência em 2022. Figura histórica da esquerda brasileira, Aldo rompeu com o antigo grupo político, aproximou-se do bolsonarismo nos últimos anos e agora se lança como opção fora da polarização.
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“Laranja é candidatura que não tem o que apresentar para o País. Eu tenho, além de uma biografia já vasta e longa, eu tenho também uma ideia do que o Brasil deve fazer para sair desse impasse”, disse.
“O País está quebrado, sem infraestrutura, um país que bloqueia o desenvolvimento, um país rico e interditado, e eu tenho ideias de como o Brasil pode sair do pântano, sair da situação em que ele se encontra”, completou.
Em entrevistas recentes, Aldo não poupou críticas ao presidente Lula, a quem chamou de “amargurado”.
Além disso, o ex-ministro também afirmou que a tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023 é uma “fantasia” do governo e da esquerda. Para ele, é possível comparar os atos em Brasília com o vandalismo promovido pelo Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST).
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