Gaeco apreende drogas, armas e mais de R$ 500 mil do Comando Vermelho
Divulgação
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) conta com o apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (503 km ao Norte de Cuiabá) deflagrou, nesta quinta-feira (28), a Operação “Identidade Oculta”.
A ação investiga a atuação da facção criminosa Comando Vermelho no município.
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A operação é resultado de diversas investigações conduzidas pelo Gaeco, que permitiram identificar crimes e levantar informações sobre a estrutura e o funcionamento da organização criminosa.
A partir da análise de celulares apreendidos em operações anteriores, foram identificados indícios de crimes como tráfico de drogas e extorsão.
Com base nessas informações, foram cumpridas oito ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão e de prisão.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos entorpecentes, armas de fogo, munições, aparelhos eletrônicos e veículos, além de mais de R$ 500 mil, entre dinheiro em espécie e cheques, encontrados com os investigados.
Todo o material apreendido será submetido à perícia para subsidiar a continuidade das investigações e a identificação de outros envolvidos.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar, por meio do 3º Comando Regional e do 26º CIPM de Força Tática, além da Polícia Judiciária Civil.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
TRÁFICO – Uma carga de 178 tabletes de maconha foi apreendida pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (26), no porta-malas de dois veículos, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá).
Dois suspeitos, de 27 e 43 anos, flagrados com a droga, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
As investigações que resultaram na apreensão da grande quantidade de entorpecentes iniciaram no mês de março, após os policiais da DHPP receberem denúncia anônima sobre um veículo Renault Kangoo, utilizado para o transporte de entorpecentes destinados a municípios menores da região de Rondonópolis.
Com base na denúncia, a equipe policial passou a realizar monitoramentos contínuos, reunindo elementos que contribuíram para o avanço da investigação e possibilitaram a identificação da dinâmica criminosa utilizada pelos suspeitos.
Durante acompanhamento realizado, na tarde de terça-feira (27), na região do bairro Rui Barbosa, os policiais visualizaram a movimentação suspeita envolvendo os alvos investigados, sendo flagrado o momento em que um dos suspeitos, que estava em um veículo Chevrolet Ônix abriu o porta-malas e, junto a um comparsa, iniciou o trasbordo dos fardos de entorpecentes para o Renault Kangoo.
Diante da situação de flagrante, os policiais realizaram a abordagem dos suspeitos, sendo apreendidos nos dois veículos 178 tabletes de maconha e uma porção da mesma substância entorpecente.
A ação também resultou na apreensão dos veículos Chevrolet Ônix e Renault Kangoo, utilizados na ação criminosa.
Todo material ilícito foi apreendido e os suspeitos conduzidos à delegacia, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.
A droga apreendida será encaminhada para a perícia e após os procedimentos cabíveis, será solicitada a incineração.
A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
A apreensão da droga também integra os trabalhos da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de enfrentamento ao narcotráfico.

