
UFMT corta árvore antiga e causa revolta; insituição alega risco de queda
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se manifestou sobre o corte de uma árvore no Campus de Cuiabá que gerou revolta e questionamentos. Segundo a Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC), a remoção ocorreu após avaliação técnica apontar risco iminente de queda.
De acordo com a nota, antes da intervenção a FACC acionou a Área Verde, unidade vinculada à gestão da Universidade, para avaliar as condições da árvore e verificar se seria possível preservar o exemplar.
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A análise contou com acompanhamento de uma professora da área de Engenharia Florestal, responsável pelo monitoramento da saúde das árvores no campus. Conforme a UFMT, a avaliação concluiu que a retirada era necessária por questões de segurança.
Após o corte, segundo a instituição, foram identificados no tronco sinais de deterioração, além de oco interno e rachaduras. A Universidade afirma que a estrutura já não apresentava condições adequadas para sustentar com segurança o peso da árvore e da copa.
A UFMT disse lamentar a necessidade da remoção e ressaltou a importância das árvores para o ambiente universitário. A instituição, porém, afirmou que a decisão teve como prioridade evitar riscos a estudantes, servidores, trabalhadores, visitantes, outras árvores e estruturas próximas.
A Universidade também reforçou que intervenções desse tipo são realizadas a partir de avaliações técnicas e com foco na segurança da comunidade acadêmica e na preservação do patrimônio ambiental do campus.
