VÍDEO: Esquema do Banco Master pode chegar a R$ 1 trilhão, diz Fagundes ao cobrar CPI
O senador e pré-candidato ao Governo, Wellington Fagundes (PL), voltou a defender a instalação da CPI do Banco Master no Congresso Nacional e afirmou que o caso pode se tornar “o maior escândalo do sistema financeiro da história do Brasil”.
Ao comentar a tramitação do pedido de investigação, Wellington disse que assinou a proposta há meses e relacionou o caso às apurações envolvendo fraudes no INSS e empréstimos consignados.
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“Há muito tempo eu assinei a CPI do Banco Master. Quando foi instalada a CPI do INSS, nós já começamos a ver o cruzamento do que acontecia com a questão dos consignados e também com o desvio dos nossos aposentados”, afirmou.
Segundo o senador, as investigações começaram apontando prejuízo bilionário aos beneficiários do INSS, mas os valores levantados aumentaram ao longo da apuração.
“Inicialmente falava-se em R$ 2 bilhões, depois R$ 7 bilhões. Hoje pode chegar a R$ 10 bilhões no desvio dos nossos aposentados. Dos consignados, pode chegar a R$ 70 bilhões”, declarou.
Na avaliação do parlamentar, o caso envolvendo o Banco Master também precisa ser aprofundado pela dimensão econômica e pela repercussão no sistema financeiro nacional.
“Essa questão do Banco Master, de um modo geral, pode chegar a trilhão. Então é o maior escândalo do sistema financeiro da história do Brasil. Tem que ser investigado”, disse.
Wellington também afirmou que tentou manter em andamento a CPI do Crime Organizado, por entender que o banco aparecia nas discussões da comissão, e criticou o encerramento dos trabalhos.
“Eu não queria a conclusão sem terminar da CPI do Crime Organizado. O Banco Master também estava envolvido e, infelizmente, por pressão do governo, não se deixou que fosse prorrogada”, completou.

