Condenado pela morte de jornalista vira réu por organização criminosa em Cuiabá
Rafael Aparecido Queiroz de Amorim Veiga, condenado a 11 anos e três meses de prisão por tráfico de drogas em 2017, voltou a ser denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPMT) e teve a acusação recebida pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá por participação em organização criminosa.
Na decisão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra considerou que existem indícios de autoria e elementos suficientes para o prosseguimento da ação penal.
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O magistrado determinou ainda a retirada do sigilo do processo.
Rafael também tem histórico relacionado ao assassinato do jornalista Auro Ida. Em 2011, quando tinha 17 anos, ele foi internado por envolvimento no crime.
Auro Ida foi assassinado com seis tiros de pistola na madrugada de 23 de julho de 2011. Os disparos atingiram as costas, a nuca e a boca.
Na noite do crime, o jornalista estava com a namorada, Bianca Naiara, em frente à casa dela, no bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá. Os dois estavam dentro do carro de Auro por volta das 23h, em uma rua escura, quando ele foi baleado.

