Jovem foi morta por integrantes do PCC por namorar membro do CV; diz polícia
Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, que foi sequestrada, torturada e morta na tarde de quarta-feira, 03 de junho, dentro de um bar, na cidade de Aripuanã (976 km de Cuiabá), foi vítima do tribunal do crime cometido por integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com o tenente-coronel Alex Fontes, a vítima foi identificada pelos criminosos por supostos vínculos com uma organização criminosa rival do Rio de Janeiro.
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“As informações levantadas apontam que ela mantinha um relacionamento amoroso com um integrante de uma facção rival. A partir disso, passou a ser considerada inimiga pelo grupo criminoso que atua na região”, explicou o tenente-coronel.
Conforme as investigações, Ana Beatriz era natural de Belém (PA), mas tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) emitida no Rio de Janeiro. Para os integrantes do PCC, esse teria sido mais um indício da ligação dela com o Comando Vermelho.
Quando a PM chegou no local, a vítima já estava com o corpo enrolado e amarrado a diversos panos. Os criminosos se preparavam para fazer a desova. Dois eles foram presos em flagrante.
A Polícia Civil investiga o caso.

