Mulher foi estuprada antes de ser morta e ter o corpo queimado
Durante seu interrogatório na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Gabryel Junio de Almeida Dirceu afirmou que manteve relação sexual com Josivany Borges de Amorim Rodrigues pouco antes de ela ser brutalmente assassinada e ter o corpo carbonizado, em Várzea Grande.
O crime foi cometido na última segunda-feira, 1º junho, na região central da cidade. O autor foi capturado na tarde desta segunda-feira (8), em uma residência no bairro Dom Aquino, em Cuiabá.
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Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira, 9 junho, a delegada Jéssica Assis, da DHPP e responsável pelo caso, explicou a dinâmica do crime.
Segundo ela, Gabryel afirmou que conheceu a vítima no domingo (31 de maio), ocasião em que combinaram um programa sexual. Como pagamento, a vítima receberia uma porção de droga. Em depoimento, o criminoso disse que, horas antes do crime, os dois fizeram uso do entorpecente dentro de uma casa abandonada na região.
Após “receber o pagamento”, a vítima teria se negado a manter relação sexual com Gabryel, momento em que os dois começaram a discutir e ela foi empurrada até um terreno baldio. No local, ocorreu o ato sexual.
“Ele afirma que sim. Ele diz que, inclusive, foi esse o momento em que a vítima supostamente teria atentado contra a vida dele”, afirmou a delegada.
Durante um desentendimento entre os dois, após o abuso, a vítima foi atingida por uma pedrada na cabeça. Mesmo ainda viva, Gabryel ateou fogo ao corpo da mulher, que foi carbonizado.
Ele foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio. O caso segue sob investigação.

