Bandido de alta periculosidade, de 25 anos e membro do CV, rouba caminhonete e morre em confronto com a Força Tática em MT
Werne Ribeiro Pereira Pires, de 25 anos, morreu na tarde desta quinta-feira, 17 de setembro, após ser baleado durante um confronto com policiais militares da Força Tática, em uma área de mata de Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, ele era suspeito de participar do roubo de uma caminhonete Amarok e do sequestro da motorista.
O crime começou por volta das 17h15, quando três homens desceram de um Fiat Uno branco e abordaram uma mulher que aguardava em um semáforo na região central da cidade.
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Após renderem a vítima, os suspeitos entraram na Amarok e fugiram levando a motorista. O marido acionou a polícia depois de perceber que ela demorava para chegar ao destino.
Durante as buscas, a filha da mulher consultou a localização compartilhada pelo celular da mãe e repassou as coordenadas aos policiais.
Equipes do 5º Batalhão seguiram até a região da Gleba Rio Vermelho e localizaram a caminhonete. Conforme a PM, o motorista desobedeceu à ordem de parada, tentou fugir e acabou batendo o veículo contra um barranco.
Após a colisão, quatro suspeitos abandonaram a Amarok e correram para uma área de mata. A vítima permaneceu dentro da caminhonete e foi resgatada pelos policiais.
Confronto na mata
A Força Tática seguiu para uma estrada vicinal nos fundos da vegetação e iniciou buscas pelas rotas de fuga.
Segundo a versão da Polícia Militar, após avançarem cerca de 50 metros pela mata, os agentes foram surpreendidos por disparos feitos por um dos suspeitos.
Os policiais reagiram e, depois que os tiros cessaram, encontraram Werne baleado. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Os demais suspeitos conseguiram fugir e continuavam sendo procurados.
A PM afirma ainda que Werne seria integrante do Comando Vermelho. A corporação informou que ele possuía registros anteriores relacionados a tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores, em 2021.
Em 2026, segundo a polícia, ele também havia sido citado em ocorrências de estelionato, roubo, sequestro e cárcere privado. Registros policiais não equivalem a condenações.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação do roubo, do sequestro e das circunstâncias do confronto.

