Mauro rebate líder do PL e sai em defesa de Pivetta: “total falta de respeito”
O secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, saiu em defesa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) neste sábado, 20 de junho, e classificou como “uma total falta de respeito” a declaração do líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, que afirmou não conhecer o chefe do Executivo estadual.
“Se ele não conhece o Otaviano Pivetta, me desculpe, mas ele deve conhecer o Otaviano Pivetta, não é de hoje, e sim há muitos anos. Lamentável uma fala como essa, uma total falta de respeito ao nosso governador”, disse.
– FIQUE ATUALIZADO: Siga nossas redes sociais e receba informações em tempo real (WhatsApp, Telegram e Instagram)
A fala de Sóstenes ocorreu durante passagem por Cuiabá, onde participou da Marcha para Jesus. Ao ser questionado sobre a possibilidade de o senador Wellington Fagundes (PL) desistir da disputa ao Governo do Estado para apoiar Pivetta, o parlamentar negou qualquer recuo e afirmou não saber quem é o atual governador.
“Chance zero de recuo. O PL não tem recuo, o PL só avança. O nosso pré-candidato a governador é Wellington Fagundes. Ele vai ganhar as eleições e vai governar esse estado. Eu nunca vi nenhum líder de pesquisa recuar de candidatura. Isso só na cabeça da oposição”, completou.
Apesar das declarações do líder do PL, Mauro Carvalho indicou que o diálogo político segue aberto e que as definições devem ocorrer até o período das convenções partidárias.
“Olha, política é arte do diálogo, essa formação deve acontecer até as convenções. Não tem muita coisa ainda que deve acontecer até as convenções. Todo mundo está conversando, todo mundo está dialogando, existem ainda algumas dúvidas com relação a alguns candidatos. Isso deverá ser esclarecido e resolvido até as convenções que devem acontecer no final de julho, início de agosto”, destacou.
Já sobre a presença predominante de lideranças do PL na Marcha para Jesus, Carvalho minimizou o caráter político do evento. “Olha, a Marcha para Jesus é um evento livre, democrático, uma marcha religiosa, acho que não tem que realmente a política, não tem nada a ver com esse propósito da marcha para Jesus e participa quem se sente à vontade de participar, não existe uma obrigação das pessoas estarem lá presentes”, ressaltou.
O chefe da Casa Civil também reforçou o alinhamento do grupo político com a direita no cenário nacional.
“Olha, o grupo nosso é de centro-direita, então, com certeza, nós estaremos do lado da direita nesse processo eleitoral. Eu, particularmente, apoio o Flávio Bolsonaro, mas essa discussão, com certeza, deverá acontecer nesses dias, eu tenho certeza absoluta que nós vamos caminhar junto com o Flávio”, concluiu.

